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São Gonçalo do Rio Abaixo,03/06/2026

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Anvisa determina recolhimento de lote de água mineral Crystal após detecção de bactéria

Produto apresentou contaminação por Pseudomonas aeruginosa e consumidores são orientados a interromper o consumo imediatamente


Anvisa determina recolhimento de lote de água mineral Crystal após detecção de bactéria



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou o recolhimento de um lote de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a identificação de contaminação bacteriana. A medida foi oficializada por meio da Resolução nº 2.247/2026, publicada nesta quarta-feira (3), e envolve o lote LZ1 VAL200127 3 P 200126, envasado em 20 de janeiro de 2026 e com validade até 20 de janeiro de 2027.

O recolhimento foi realizado de forma voluntária pela fabricante, a Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia (GO). A decisão ocorreu após análises realizadas pela Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa-DF), que identificaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras do produto. O resultado foi posteriormente confirmado por contraprova do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF).

Diante da confirmação, a Vigilância Sanitária determinou a interdição preventiva do lote e comunicou o caso à Anvisa, que reforçou a orientação para que os consumidores suspendam imediatamente o consumo das unidades afetadas e procurem os canais de atendimento da empresa para informações sobre devolução ou reembolso.

Segundo a fabricante, o lote recolhido reúne aproximadamente 374 mil garrafas de 500 ml. A maior parte da distribuição ocorreu no Distrito Federal, além de cidades de Goiás, interior de São Paulo e Tocantins.

A empresa informou que iniciou o recolhimento assim que foi notificada e que cerca de 99,2% das unidades já foram retiradas dos pontos de venda. Até o momento, não foram registradas reclamações ou relatos de consumidores relacionados ao problema.

A Mineração Bom Jesus também comunicou que abriu uma investigação interna para apurar as causas da contaminação e afirmou que o problema está restrito a esse lote específico produzido na unidade de Luziânia. A empresa segue colaborando com os órgãos de fiscalização e monitoramento sanitário.




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